chuva de meteoros

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[Céu]

Guia da chuva de meteoros das Quadrântidas

O primeiro grande evento celeste do ano chega rápido: a chuva de meteoros Quadrântidas atinge o auge na noite de 3 para 4 de janeiro. Ela é famosa por produzir surtos breves com mais de 100 meteoros azuis por hora, mas só durante poucas horas, quando a Terra atravessa a parte mais densa da corrente de detritos.

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[Céu]

Úrsidas: a última surpresa meteórica do ano

Se, depois das Geminídeas, você ainda quer mais meteoros, mantenha o equipamento pronto para as Úrsidas. Esse fluxo fiel atinge o máximo na noite de 22 de dezembro, logo após o solstício, entregando cerca de 10 meteoros por hora e, às vezes, explosões extras quando a Terra cruza filamentos densos ejetados pelo cometa 8P/Tuttle.

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[Céu]

Geminídeas: o grande espetáculo meteórico de dezembro

Reserve um espaço na agenda para a chuva de meteoros Geminídeas, muitas vezes apontada como a apresentação mais confiável do ano. A atividade vai de 4 a 17 de dezembro e o pico é previsto para a noite de 13 a 14 de dezembro, quando a taxa horária zenital pode chegar a 120 meteoros sob céus escuros.

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[Céu]

Táuridas do norte: meteoros lentos, faíscas enormes

Assim que o ramo sul se despede, as Táuridas do norte assumem o comando do céu. A atividade vai de 13 de outubro a 2 de dezembro, mas o pico é esperado por volta de 12 de novembro, quando a Terra encontra a parte mais densa do rastro de poeira do cometa 2P/Encke.

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[Céu]

Vigília das Táuridas do sul

As Táuridas do sul mantêm os observadores do outono entretidos com meteoros lentos e persistentes do fim de setembro até meados de novembro. A chuva costuma alcançar o máximo perto de 5 de novembro com uma modesta taxa horária zenital próxima de 10, mas o premio é qualidade: grandes grãos cometários queimam acima da Terra e produzem bolas de fogo frequentes.

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